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Entrevista com Raphael Duvalle
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1. Rapahel conte-nos como foi seu início no contrabaixo?
Bom, como quase todos os baixistas, eu também comecei por acidente (risos). Na época em 1989 eu tocava guitarra em uma banda dos meus primos aí o baixista saiu e eu assumi o baixo... E nunca mais larguei.

2. Na época que você começou era difícil obter informação?
Sim, muito complicado. Ainda não existia a NET... Então ou você fazia aulas com alguém ou comprava vídeo aula em VHS... Eu fiz um pouco de aula particular mais o que mais fiz mesmo foi tocar tocar e tocar e graças a Deus tive a oportunidade de tocar com gente mais experiente do que eu... Aí o bicho pega!!!

3. Hoje você é o criador da maior escola de baixo on-line do Brasil, a toque mais baixo como surgiu essa idéia?
Então, a idéia era a de levar conhecimentos para todo o canto do Brasil e do mundo... E isso deu certo... Hoje tenho alunos em todas as partes e tem dado muito certo. Inclusive este ano vou começar um trabalho novo que é o de levar conhecimentos grátis para todos... Aguardem!

4. Como é o seu trabalho com gravações?
Trabalho no meu estúdio produzindo muita gente e também participo de trabalhos de outros artistas. Recentemente estava em são paulo participando do novo disco do baterista americano Anthony King.

5. Muitas pessoas têm dúvidas sobre o e-rec, o que é como funciona o projeto?
O e-rec apesar de ser uma nova tecnologia é algo muito simples e ao mesmo tempo surpreendente. É um sistema onde as pessoas fazem gravação a distancia, ou seja, eu posso participar de um disco de um musico americano mesmo estando aqui nas montanhas de minas e o processo acontece com troca de emails com os áudios das gravações.

6. No dia 14 de Maio você estará ministrando um workshop em S. S. do Paraíso, como será o work você pode adiantar algo para os baixistas?
Opa... Sim... Neste work eu trato de assuntos cruciais para o bom o desempenho de um baixista, e sempre indo direto ao assunto e sem muitas firulas (risos).

7. Há quanto tempo você trabalha com esse work Grooves e Afins?
Estou viajando com este work ha uns 5 anos e tem dado muito certo. Recentemente estive em Curitiba e foi bem bacana o que rolou lá.

8. Além do workshop você estará ministrando no dia 14 aulas no Instituto Feeling, não é?
Isso mesmo... Serão aulas Vips onde estarei atendendo as necessidades de cada aluno.

9. Serão aulas individuais? Qual o nível da galera?
Sim, aulas individuais... Podem participar alunos de todos os níveis...

10. Você tem feito muitos shows com sua banda pelo Brasil?
Opa... Tenho feito mais como free-lance... Com o cantor Wolf Borges, a cantora Jucilene Buosi, o grupo Rasgacêro e o Artêro, com o Pe. Rodrigo Papi e os meus shows também.

11. Fale um pouco sobre seu setup.
Atualmente estou usando as marcas, Tagima, SG, Hartke, Power Click e HelloCases...
O baixo tagima millenium é um baixo pau pra toda obra, com pré tune de 18V é muito versátil e nele uso cordas SG que também deixa o som sempre nítido e com muita qualidade. Acabei de receber o novo combo da Hartke da linha Hy-drive e mais uma vez a hartke chega à frente com mais esta inovação que são os falantes com cones híbridos... Também uso os monitores da Power click e também os ótimo cases da hellocases que tem protegido meus equipamentos na estrada.

12. Passe uma dica para quem está começando?
Bom... Tenha sempre a mente aberta... Humildade e muita, muita força de vontade!
Postado por zani em 20/12/2011.
Fonte: Instituto Feeling
 
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